segunda-feira, 26 de outubro de 2015

O TERREMOTO DO AFEGANISTÃO, A CIÊNCIA E A ETERNIDADE

O TERREMOTO DO AFEGANISTÃO, A CIÊNCIA E A ETERNIDADE


Tragicamente, como já temos acompanhado aqui há anos, mais um triste terremoto afeta a vida de tantos. Este, na região do sul da Ásia, atingindo Afeganistão, Índia e vizinhos, alcançou 7.7 na escala Richter, sendo depois, como já virou uma prática constante do USGS, “rebaixado” para 7.5.
Aliás, é impressionante como o USGS ultimamente rebaixa todos os terremotos de maior magnitude. Ou passaram a errar “apenas” quanto aos maiores, ou há um interesse ou necessidade de se “administrar” os registros...
Mas além de lamentar mais um terremoto forte, que causou destruição e mortes, quero compartilhar alguns pensamentos sobre o tema para sua reflexão, já que você, talvez, veio para este post porque acompanha ou tem interesse em terremotos... e em especial neste de hoje.
Embora leigo, acompanho o tema já há alguns anos, conforme, se quiser, pode conferir no que tenho postado aqui no Blog desde o triste terremoto do Chile, embora o que tenha me acendido a luz e levado a observar e pensar em escrever, foi o do Haiti.
Recentemente, a questão científica passou a me incomodar mais que antes... 
Explico!
Até há algum tempo, e imagino que talvez faça parte também de seu entendimento ou do nosso “inconsciente coletivo”, nos diziam que era impossível prever terremotos! 
Já ouviu isso?
Porque acompanho o site do USGS diariamente já há anos, e porque acompanho informações e outros dados, já sei que não é bem assim...
Em meio a minhas andanças pela web, acabei encontrando pessoas que previam terremotos, e que foram até considerados “charlatães” por dizerem isso, embora eu saiba que tiveram certa assertividade, porque os acompanhei ou ainda acompanho.
Destaco neste contexto o ótimo Canal no YouTube, “Suspicious Observer”, do qual sou assinante, disponível apenas em inglês, em que um estudioso/palestrante, radicado nos Estados Unidos, muito bem preparado e respeitado, posta boletins todas as manhãs, acerca dos efeitos do sol na terra, com especial atenção para a emissão das CME´s, que são demais de perigosas se um dia tivermos uma “classe 5’ virada de cara para a terra...
Além disso, analisa os efeitos destas ondas eletromagnéticas sobre o nosso clima como um todo, geologia da terra, cometas, vulcões, e muito mais.
E, claro, em relação a este post, analisa os efeitos magnéticos do sol e conjunções celestes na ocorrência de terremotos, prevendo inclusive períodos mais críticos para a ocorrência de tremores com uma ótima assertividade.
Quanto a este do Paquistão, ele já tinha aberto em seus boletins diários o que chama de uma janela de “quake alert”, considerando a possibilidade da ocorrência de algum terremoto de maior magnitude para o período. E acertou novamente na ocorrência, embora não tenha dito aonde seria, e nem cravado uma magnitude específica. Apenas que seria de magnitude alta.
Não o fez porque não sabia, ou para não causar pânico?
A ocorrência de terremotos mais dramáticos e mortais traz sempre à tona a discussão sobre o quanto é possível se evitar que terremotos se transformem em catástrofes assim, e matem milhares de pessoas, causando também, para muitos, danos físicos irrecuperáveis.
Após o terremoto seguido de tsunami na Indonésia em 2004, tivemos a criação de um sistema GPS de boias de controle de movimentos dos mares e de medição da dimensão de suas ondas.
O objetivo disso é que, para o caso de termos terremotos no fundo do mar, possa, com alguma antecedência, prever a ocorrência e tempo de chegada de tsunamis na costa mais próxima destas ondas...
Se não é possível evitar o tsunami, é possível diminuir o número de mortes pela possibilidade de se avisar a população costeira para fugir para lugares altos com algum tempo para isso.
A ideia aqui é salvar vidas, já que o tsunami é inevitável!
Mas quanto a terremotos o que é possível de ser feito pela ciência?
Porque estou propondo esta discussão? 
Porque hoje fiquei sabendo da “rivalidade tecnológica na previsão de terremotos” existente entre o JPL da NASA, que publicou recentemente sua previsão da possibilidade de 99% da ocorrência de um terremoto acima de 5 em Los Angeles em no máximo 2,5 anos, enquanto que o USGS, instituto governamental responsável pelo tema, trata como de apenas 85% esta possibilidade.
Para mim, pouco importa a diferença percentual, ou a competição entre ambas entidades, mas sim, o fato de saber que agora, não apenas temos previsões de terremotos, como de sua localidade exata, e ainda mais! 
Saber que o índice de 14,9% de diferença gera uma disputa de assertividade...
Mas isso ocorre, claro, se for um terremoto na Califórnia, pois este de 7.7 no Afeganistão, ninguém teve esta precisão de informação. Ou teve? Ou não teve?
Pergunto: quando será que tudo mudou? Ou será que sabem há mais tempo o que vai acontecer e não divulgavam? Será que os contam tudo o que sabem? Será que não?
Sabem o que acontecerá em alguns lugares, mas não em outros? Afinal, acho que deveriam saber de um 7.7 hoje mais que um de “apenas” 5 em 2,5 anos... não acha? 
Bem, jamais saberemos... Aliás, como você que passa por aqui há mais tempo já sabe, eu sou um dos que não acredita “neles”... 
Minha questão era apenas discutir se é ou não possível prever com segurança os terremotos...
A ideia aqui é salvar vidas, já que o terremoto é inevitável!
E na mesma linha de raciocínio, mudando apenas de fenômeno...
Como você já percebeu, nos últimos asteroides que “caíram” na terra, ou romperam nossa atmosfera, em alguns lugares como aquele na Rússia há dois anos, na Indonésia ano passado, e ainda aquele no Paraná pouco tempo atrás, por exemplo, nada foi dito sobre eles antes.
Até mesmo daquele que vai passar aqui perto no dia de Halloween, pouco se soube até que foi divulgado pouco tempo atrás...
Mas a NASA acaba de divulgar que uma das milhares de peças do lixo espacial, com o tamanho de APENAS 2,2 metros vai cair no dia 13 de novembro EXATAMENTE diante praia de uma praia no Sirilanka... e “será um lindo espetáculo quando da entrada do objeto em nossa atmosfera”.
Bem, sei que não sou o especialista no assunto, mas acho interessante como para algumas coisas a ciência tem uma previsão clara enquanto para outras outras não. Ou ainda, para algumas, precisa, outras não. 
Algumas vezes nos asseguram que alguma coisa vai acontecer e até mesmo não acontece, como o tão destacado esperado e fracassado cometa Elenin, que foi um fiasco...
Ou ainda, com a segurança que falam que nada vai acontecer pelas próximas décadas...
E embora digam isso com tanta segurança, erram no dia a dia... 
A ideia neste caso é salvar vidas, já que a queda de um asteróide é inevitável!O problema não é que não conseguem prever o que apareça subitamente... mas falar com segurança do futuro... que não controlam...
Mas tudo bem... afinal, a ciência erra. Muda. Se aperfeiçoa. 
Não divulga algumas coisas para não causar pânico... 
Mas deixe-me tratar de outro tema, na mesma direção...
Conforme li no New York Times da semana passada, A American Cancer Society mudou sua posição quanto à idade de início e frequência de mamografias na vida das mulheres. 
Sua posição pública, agora, diverge de outros grupos influentes e importantes da área.
Pergunto: Qual grupo está correto? O que as mulheres americanas devem fazer acerca de sua saúde? Em qual instituição deve depositar sua própria vida, dependendo da gravidade de sua enfermidade?
A ideia neste caso é salvar vidas, já que para alguns o câncer é inevitável!
Bem, amigos do Blog...
Como provo aqui, por A + B, a ciência erra... acerta... diverge... sonega algumas informações, divulga outras...
E nada de errado, quando isso pouco afeta nossas vidas.
Fico pensando nas mulheres dos Estados Unidos... em qual entidade devem acreditar?
Fico pensando nos moradores de Los Angeles... mudam de casa antes de 2,5 anos ou não?
Os moradores do litoral Sirilanka devem vender ingressos para turistas assistirem a um espetáculo atmosférico, ou devem fugir para o caso de a NASA, eventualmente, cometer um erro de 2/5 quilometros, e o objeto cair não no mar, mas sobre suas casas?
Bem, em todos estes pontos as pessoas ainda têm outra chance para rever o que pensam e o que farão, ou podem avaliar o tamanho do risco que estão tomando pois estão vivas para pensar...
Qual o grande problema?
O problema é o cerne deste meu post...
Como você percebeu em poucos temas, pequenas áreas de conhecimento humano com graves impactos, a ciência não consegue dominar com segurança eventos dos dias de hoje, com equipamentos sofisticados e de alta tecnologia para o que acontece agora.
E mesmo usando os mesmos conhecimentos e equipamentos, duas entidades podem chegar a conclusões diferentes...
Assim, o que me aflige mesmo é quando a ciência tenta provar que Deus não existe, e que tudo o que vemos, apareceu há bilhões de anos, do nada...
Descrevem com a mais absoluta segurança como tudo se formou, os terremotos e vulcões que entraram em erupção, e como os animais apareceram, evoluíram, e chegaram até o ser humano... 
Quando não havia equipamentos, testemunhas, nem linhas de pensamento científico para comparar... e se tivéssemos duas instituições, talvez tivéssemos duas conclusões diferentes.
E tudo bem eles errarem sobre o tema... afinal, bilhões de anos são um bocado de tempo...
Mas fico pensando nas pessoas que, por terem dificuldade com religião, prefiram acreditar na ciência... prefiram rejeitar uma busca ao Deus Criador Todo Poderoso...
Baseado nas informações científicas sobre a história do mundo...
E penso que caso estas pessoas morram apenas baseadas nas informações da ciência sobre este tema sem buscar a Deus...
Se depois de mais alguns anos, pesquisas e estudos, a ciência se render e comprovar que sua tese estava errada, e que não pode negar a existência de um Deus Criador na origem de tudo, o que podem fazer estes que morreram apoiados na ciência? 
Nada contra a ciência, mas tudo contra a ciência fazer declarações e propor teses que podem lançar pessoas na eternidade separadas de Deus para sempre...
Nada contra a ciência, mas tudo contra uma pessoa observar a ciência “errando tanto”, e “mudando tanto de idéia”, ou ainda “divergindo entre correntes” sobre temas de hoje, que estão debaixo de seus narizes, e ainda assim, acreditar cegamente no que dizem que aconteceu há bilhões de anos no cosmos!
Não é possível alguém lançar sua vida nesta tolice!
Não é possível alguém preferir morrer crendo em algo tão frágil e tênue.
Não é possível alguém conseguir viver assim.
Ou é?
Que Deus tenha misericórdia dos que levam as pessoas ao engano.
Que Deus tenha misericórdia dos que estão vivos em meio ao engano.
Porque para os que já morreram, a misericórdia de Deus não os alcança mais...
Pense nisso... e veja bem onde põe sua confiança para a eternidade...
Porque neste caso a ideia neste caso é salvar vidas, já que a morte é inevitável!
Deus abençoe!
Leia a Bíblia! Conheça Jesus Cristo!

Haroldo Maranhão
Fonte:Apocalipse2010

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